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Formação dos Profissionais em e-Learning Janeiro 2006



1.) Objetivo

A pesquisa deste mês analisou onde os profissionais em geral, gestores, consultores e fornecedores de e-Learning buscam informações para atualização e formação nesta área e comparou o resultado obtido com as pesquisas realizadas em 2003, 2004 e 2005.

2.) Metodologia

Foi realizado um levantamento quantitativo no mês de agosto de 2005, por meio do portal e-Learning Brasil (www.elearningbrasil.com.br), aplicado a 263 organizações brasileiras. A análise faz comparação com a mesma pesquisa aplicada no ano de 2003 e 2004, e abordou 7 tópicos distintos:

  • Atuação profissional;
  • Fontes de informação;
  • Qualidade dos cursos e-Learning;
  • Canal midiático que poderia contribuir melhor para o e-Learning;
  • Formação e atualização dos profissionais de e-Learning;
  • Participação em eventos sobre e-Learning;
  • Interesse em cursos de formação em e-Learning.

3.) Características da amostra

A amostra analisada possui uma distribuição variada de empresas pertencentes a 5 regiões brasileiras: região sudeste, centro-oeste, norte, nordeste e sul. 


A pesquisa consultou 511 organizações, nos setores de educação (39%), tecnologia (11%), consultorias (5%), e-Learning (6%), governo (6%), treinamento (7%), entre outras (26%).

4.) Resultados

4.1) Principais fontes de informação para atualização e especialização em e-Learning

O resultado mostra que 84% buscam atualização e especialização em sites nacionais de e-Learning, 43% recorrem a universidades. Enquanto que 46% responderam que buscam por especialização e atualização em congressos e workshops, 41% pesquisam em sites internacionais, 36% em livros nacionais e 16% em livros estrangeiros. 



4.2) Qualidade dos conteúdos de e-Learning na Internet disponibilizados no Brasil

Do universo pesquisado, 84% das empresas afirmaram que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente satisfatória ou satisfatória. Outros 10% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório, e apenas 6% consideram que as informações disponíveis na Internet são plenamente satisfatórias.

Com relação as pesquisas realizadas no mesmo período nos ano de 2003, 2004 e 2005, nota-se uma diminuição na avaliação que considera insatisfatória a qualidade dos conteúdos de e-Learning, ao mesmo tempo cresce a aprovação, conforme a alternativa satisfatório.

4.3) Canal que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning

A pesquisa levantou também qual o canal de mídia que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning. Do universo pesquisado, 46% diz que a mídia eletrônica é a que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais. Em segundo lugar, vem a mídia digital com 34% das respostas dos entrevistados. E por último, o mercado de mídia impressa, que contou com 19% das respostas dos entrevistados.

 

4.4) Cursos preferenciais em e-Learning

Foi identificado que 41% tem interesse em conhecer mais sobre o desenvolvimento de conteúdos para e-Learning, 23% em adquirir conhecimentos sobre como gerenciar projetos em e-Learning e 13% em medir os resultados de e-Learning. Confira as outras opções:



5.0) Conclusões

A pesquisa deste mês analisou onde os profissionais em geral, gestores, consultores e fornecedores de e-Learning buscam informações para atualização e formação nesta área e comparou o resultado obtido com as pesquisas realizadas em 2003, 2004 e 2005. Foi realizado um levantamento quantitativo no mês de janeiro de 2006, aplicado a 511 organizações brasileiras. 

O resultado mostra que 84% buscam atualização e especialização em sites nacionais de e-Learning, 43% recorrem a universidades. Enquanto que 46% responderam que buscam por especialização e atualização em congressos e workshops, 41% pesquisam em sites internacionais, 36% em livros nacionais e 16% em livros estrangeiros. 

Do universo pesquisado, 84% das empresas afirmaram que a qualidade dos conteúdos oferecidos é razoavelmente satisfatória ou satisfatória. Outros 10% responderam que o conteúdo disponível é insatisfatório, e apenas 6% consideram que as informações disponíveis na Internet são plenamente satisfatórias.

Com relação as pesquisas realizadas no mesmo período nos ano de 2003, 2004 e 2005, nota-se uma diminuição na avaliação que considera insatisfatória a qualidade dos conteúdos de e-Learning, ao mesmo tempo cresce a aprovação, conforme a alternativa satisfatório. 

A pesquisa levantou também qual o canal de mídia que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais de e-Learning. Do universo pesquisado, 46% diz que a mídia eletrônica é a que mais poderia favorecer a formação e atualização dos profissionais. Em segundo lugar, vem a mídia digital com 34% das respostas dos entrevistados. E por último, o mercado de mídia impressa, que contou com 19% das respostas dos entrevistados.

No final da pesquisa foi identificado que 41% tem interesse em conhecer mais sobre o desenvolvimento de conteúdos para e-Learning, 23% em adquirir conhecimentos sobre como gerenciar projetos em e-Learning e 13% em medir os resultados de e-Learning.

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